O destino é um garçom mal vestido,
Que caçoa dos fregueses por achar-se bem maior...
Estou com o terno de giz, onde sempre me tenho metido
Lendo um livro que já conheço de cor...
Eis o que me traz o tal destino,
Traz, sem eu ter pedido, o que queria
E com ares de cartomante e taromancia
Diz que só haveria de pedir o que ele tinha trazido
É sábado, cordão umbilical do preguiçoso domingo,
Já não peço nada, a não ser um café
E dele que me sirvo
Coloco de lado o livro, o ultimo verso, quão lindo...
E algo em mim me diz que tenho fé,
Tudo em mim te contempla, amo café e cigarro e nem sinto
segunda-feira, 16 de março de 2009
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